Entendimento Bíblico da Conversão

14/01/2026

Por: Bianca G. Campigotto

Vocês sabiam que:

'Com base nos dados preliminares do Censo 2022 do IBGE, os "desigrejados" (pessoas que se declaram evangélicas, mas não frequentam uma igreja ou não possuem vínculo institucional) correspondem a 8% da população brasileira, o que representa cerca de 17 milhões de pessoas.'[1]

Dados do Censo 2022 (IBGE):

  • Católicos: 56,7% (cerca de 100,2 milhões de pessoas).
  • Evangélicos: 26,9% (aproximadamente 47,4 milhões de pessoas). - 8%: "desigrejados" (17,1 milhões de pessoas).
  • Sem religião: 9,3%.
  • Outras religiões (incluindo Espíritas, Umbanda/Candomblé): Cresceram para cerca de 1%.

O movimento dos chamados "desigrejados" surge por diversos fatores, mas, em grande parte, nasce da falta de compreensão bíblica sobre o que realmente significa ser membro da igreja.

A igreja visível é onde nós encontramos o reino de Cristo na terra, e desprezar o reino é desprezar seu próprio Rei.

Quem é, de fato, um membro da igreja de Cristo?

Você se considera um membro saudável?

A sua vida edifica a igreja de Cristo?

Essas perguntas são necessárias.
Porque, antes de falarmos sobre uma igreja saudável, precisamos falar sobre membros saudáveis.

Não basta saber o que a igreja é; precisamos compreender quem somos nós dentro dela.

E isso só é possível quando entendemos, biblicamente:

  • Quem somos em Cristo e qual é nosso papel como parte do corpo, e como nossa vida — dentro e, principalmente, fora da comunidade da igreja — afeta diretamente a saúde, o testemunho e o funcionamento do Reino de Deus.

Quem somos em Cristo?

Somos cidadãos do Reino de Cristo, reino esse que se manifesta visivelmente nesta terra por meio da Igreja. Mas como nos tornamos cidadãos?

É por isso que precisamos compreender a nossa conversão. Precisamos examinar se aquilo que declaramos com nossos lábios corresponde ao que a Bíblia define.


Porque não existe membresia saudável sem conversão genuína e, portanto, não existe igreja saudável composta por pessoas que apenas frequentam, mas não foram transformadas.

Buscaremos hoje, à luz das Escrituras, o fundamento para sermos membros saudáveis e conscientes da participação indispensável no Reino de Deus: um entendimento bíblico da conversão.

Se não entendermos corretamente o que é ser salvo, jamais compreenderemos o que é ser igreja.


O que não é conversão

  • Decisão emocional — Conversão não é um ato externo movido por sentimentalismo ou resposta a um apelo. Emoções não produzem regeneração.
  • Mudança de comportamento externo — O convertido não é apenas um "ímpio melhorado". Pessoas não regeneradas podem demonstrar boa moral e boa índole.
  • Frequência a igreja — Assiduidade e envolvimento em atividades da igreja não equivalem ao novo nascimento.
  • Conversão não é acumular informação teológica – Nicodemos (João 3:1-8) conhecia a Lei, era mestre em Israel, mas permanecia espiritualmente morto.

Por isso Jesus lhe declara de forma categórica:

"Importa-vos nascer de novo."

A teoria do "Crente carnal"

Essa teoria ganhou forma mais definida a partir da década de 1980, especialmente no contexto da teologia dispensacionalista. O dispensacionalismo é um sistema de interpretação bíblica que organiza a história da redenção em diferentes dispensações (períodos de tempo) ou administrações divinas — como Inocência, Consciência, Lei, Graça e Reino — não como distintos caminhos de salvação, mas como diferentes maneiras pelas quais Deus governa e se relaciona com a humanidade ao longo do tempo. Inserida nesse arcabouço teológico, a teoria do "crente carnal" se apoia numa antropologia tricotômica, segundo a qual o ser humano é composto de corpo, alma e espírito como partes distintas. Essa concepção, amplamente rejeitada pela teologia reformada, foi popularizada sobretudo pelas notas da Bíblia de Referência Scofield, especialmente em seus comentários sobre 1 Coríntios 3.1–3.

¹ Irmãos, não lhes pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças em Cristo.

² Dei-lhes leite, e não alimento sólido, pois vocês não estavam em condições de recebê-lo. De fato, vocês ainda não estão em condições,

³ porque ainda são carnais. Porque, visto que há inveja e divisão entre vocês, não estão sendo carnais e agindo como mundanos?

De acordo com essa leitura, o apóstolo Paulo classificaria a humanidade em três categorias distintas:

  • Homem natural — o homem adâmico, não regenerado, que não passou pelo novo nascimento;
  • Homem espiritual — o homem regenerado, cheio do Espírito, que anda em comunhão com Deus;
  • Homem carnal — o homem regenerado que, embora salvo, vive segundo a carne, permanecendo como um "bebê em Cristo".

Em versões mais recentes, essa teoria tem sido promovida especialmente por grupos como a Sociedade Evangélica da Graça, e popularizado pelo pastor Bill Bright - (1921-2003) foi um evangelista americano, fundador da organização cristã Cru (antes Campus Crusade for Christ), que enfatizam a ideia de que alguém pode ser genuinamente salvo tendo Jesus apenas como "Salvador", mas não como "Senhor".

Assim, um indivíduo poderia permanecer indefinidamente em um estado de carnalidade, sem evidências claras de transformação, e ainda assim ser considerado verdadeiramente convertido.

Essa concepção costuma ser resumida por meio de esquemas ou diagramas que distinguem graus ou níveis de cristãos dentro da igreja:

A forma como compreendemos o novo nascimento determina a forma como vivemos, discipulamos e evangelizamos.

A teoria do chamado "crente carnal" corrói esse entendimento, pois cria a falsa ideia de que é possível haver conversão sem transformação, fé sem arrependimento e Cristo como Salvador sem Cristo como Senhor. Ao fazer isso, o pecado é normalizado, enfraquecendo a santidade e comprometendo a saúde espiritual da igreja.

Uma igreja saudável não reconhece níveis ontológicos de cristãos, só há uma natureza para o crente convertido: a espiritual - Gálatas 2:20

²⁰ "Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim."

Isso não significa perfeição, mas uma nova direção. O crente pode tropeçar, mas não permanece confortável no pecado. Quando há comportamento carnal, a igreja saudável não o legitima; antes, o confronta com amor, verdade e disciplina bíblica.

É exatamente isso que Paulo declara em 1 Coríntios 3:1–4: não é possível possuir uma nova natureza e permanecer vivendo segundo a antiga; não é possível ser um novo homem e continuar agindo como o velho homem.


O que é conversão

¹ Havia um fariseu chamado Nicodemos, uma autoridade entre os judeus.

² Ele veio a Jesus, à noite, e disse: "Mestre, sabemos que ensinas da parte de Deus, pois ninguém pode realizar os sinais miraculosos que estás fazendo, se Deus não estiver com ele".

³ Em resposta, Jesus declarou: "Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo".

⁴ Perguntou Nicodemos: "Como alguém pode nascer, sendo velho? É claro que não pode entrar pela segunda vez no ventre de sua mãe e renascer! "

⁵ Respondeu Jesus: "Digo-lhe a verdade: Ninguém pode entrar no Reino de Deus, se não nascer da água e do Espírito.

⁶ O que nasce da carne é carne, mas o que nasce do Espírito é espírito.

João 3:1-6

Conversão é novo nascimento.

Conversão, segundo as Escrituras, não é ajuste moral, nem decisão emocional, mas novo nascimento. A necessidade do no nascimento nasce da realidade trágica da queda: a humanidade, criada para comunhão com Deus, rebelou-se contra o Criador e, desde então, caminha morta em delitos e pecados, cega, escravizada pelo pecado e incapaz de retornar por si mesma ao estado de vida santa para o qual foi criada.

Nesse estado, o chamado externo do evangelho é ouvido, mas rejeitado. Não porque a mensagem seja fraca, mas porque o coração está morto. A vontade humana, corrompida, ama as trevas e resiste à luz.

Mas a conversão bíblica acontece quando Deus intervém. O mesmo chamado que antes era ignorado passa a ser ouvido de modo diferente. Não porque o homem se tornou mais sensível, mas porque o Espírito Santo o vivificou. O véu cai, as correntes se rompem, o coração de pedra é substituído por um coração de carne. Isso é o novo nascimento.

O convertido corre para Cristo, não como quem é forçado, mas como quem foi tornado vivo. A fé não nasce da autonomia humana, mas da graça eficaz de Deus. A graça alcança, vence e liberta.

O que significa nascer de novo

  • A palavra grega traduzida como "nascer de novo" também pode significar "nascer do alto" ou "nascer de Deus", destacando a origem divina da conversão.
  • O novo nascimento não nos torna uma versão melhorada de nós mesmos, mas novas criaturas. É necessário morrer para este mundo e nascer para o Reino de Deus.
  • Trata-se de um ato milagroso, sobrenatural e exclusivo da ação do Espírito Santo.

A nova vida

  • O verdadeiro cristão vive de forma visivelmente transformada.
  • As boas obras não são a causa da salvação, mas o fruto da nova natureza interior (Efésios 2:10).
  • Ser cristão não é apenas adotar práticas religiosas, mas viver uma realidade espiritual regenerada, participando da natureza divina (2 Pedro 1:4).
  • Essa nova vida se manifesta em santidade, obediência e amor sincero a Deus e ao próximo.

Por que isso importa na vida da igreja?

É exatamente aqui que o nosso estudo se conecta:

Onde a conversão é corretamente entendida como novo nascimento, a igreja cresce em santidade, maturidade e fidelidade ao Reino de Deus.

Pessoas que buscam santidade, maturidade e fidelidade no serviço ao Reino são membros saudáveis e contribuem para uma igreja verdadeiramente saudável.


Aplicações

Faça uma autoanálise sincera diante de Deus:

  • Se hoje você fosse acusado de ser cristão, haveria provas suficientes contra você?
  • Existem evidências visíveis e contínuas de uma conversão genuína em sua vida?
  • À luz do que foi exposto sobre a conversão bíblica, como você avaliaria sua membresia na igreja? Ela tem sido saudável, comprometida e edificante, ou frágil e deficiente?
  • Sua vida revela alguém que foi feito nova criatura em Cristo, ou você tem se acomodado na ideia antibíblica de um suposto "crente carnal"?


Conclusão:

A conversão conduz, inevitavelmente, à santidade. Como afirma o apóstolo Paulo, "agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação" (Romanos 6:22).

A transformação operada pela salvação é profunda, real e deve ser visível na vida daquele que foi regenerado.

O apóstolo João nos lembra que a comunhão com Deus se manifesta de forma concreta na maneira como vivemos: 1 João 1:5-7

⁵ Deus é luz; nele não há treva alguma.

⁶ Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade.

⁷ Se, porém, andamos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.

Andar na luz não significa ausência de pecado, mas uma vida marcada por arrependimento, confissão e dependência contínua da graça de Cristo, cujo sangue nos purifica de todo pecado.

Se somos novas criaturas em Cristo, somos chamados a viver de acordo com essa nova natureza.

Quando a conversão é mal compreendida, a membresia se torna frágil, o discipulado se torna superficial e a igreja se torna vulnerável a um evangelho centrado no homem. Por outro lado, quando a conversão é corretamente entendida à luz das Escrituras, a igreja cresce em santidade, maturidade e fidelidade ao senhorio de Cristo.

Assim, afirmar um entendimento bíblico da conversão não é um detalhe teológico secundário, mas uma marca essencial de uma igreja verdadeiramente saudável — para a glória de Deus e para o bem do seu povo.


Perguntas:

A expressão "carnal" em 1 Coríntios 3:1-4 entendimento bíblico e histórico

  • Paulo não introduz um novo nível de cristão
  • Em 1 Coríntios 3.1–4, Paulo não descreve um estado ontológico legítimo da vida cristã.
  • O termo "carnal" é usado para repreensão, não para classificação espiritual permanente.
  • A carnalidade é comportamento, não identidade
  • Gordon D. Fee afirma que Paulo faz um ataque direto, declarando que os coríntios não estavam vivendo de forma espiritual.
  • O problema não é falta de um "nível mais alto", mas incoerência entre quem eles são em Cristo e como vivem.
  • "Crente carnal" é uma contradição de termos
  • Richard Gaffin destaca que um crente verdadeiramente regenerado não pode ser definido como "não espiritual".
  • A única aplicação possível é comportamental e temporária, algo que deve ser corrigido, não aceito.
  • Não existem categorias legítimas de cristãos
  • A interpretação histórica da Igreja rejeita a ideia de três classes: natural, carnal e espiritual.
  • A Escritura não ensina que alguém pode aceitar Jesus como Salvador sem aceitá-lo como Senhor.
  • A teoria do "crente carnal" é uma leitura artificial do texto
  • Essa doutrina não surge da exegese bíblica, mas de uma construção teológica posterior.
  • É estranha ao pensamento paulino e à teologia histórica reformada.
  • Consequências pastorais perigosas
  • Esse ensino enfraquece a doutrina da santificação e da mortificação do pecado.
  • Como alerta Wayne Grudem, promove acomodação espiritual e negligência da responsabilidade cristã na vida santa.

  • Devemos evangelizar?

Sim!

A soberania de Deus nunca anula a responsabilidade humana, mas a fundamenta.

O evangelho é o meio ordenado por Deus para conduzir os Seus eleitos à fé.

Deus determina tanto os fins (a salvação) quanto os meios (a pregação do evangelho).

O ladrão na cruz é um caso excepcional que revela a liberdade soberana de Deus em agir diretamente, mas, de modo ordinário, a fé vem pelo ouvir a Palavra de Cristo.

¹³ porque "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo".

¹⁴ Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue?

¹⁵ E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: "Como são belos os pés dos que anunciam boas novas! "

¹⁶ No entanto, nem todos os israelitas aceitaram as boas novas. Pois Isaías diz: "Senhor, quem creu em nossa mensagem? "

¹⁷ Conseqüentemente, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvidamediante a palavra de Cristo.

Romanos 10:13-17

Evangelizar, portanto, não é contrariar a eleição, mas obedecer ao Deus que a decretou.
Quando pregamos, somos cooperadores do plano soberano de Deus, e cada palavra proclamada pode ser o instrumento pelo qual o Espírito Santo chama eficazmente um dos Seus.

Artigo 11 — Como Deus realiza a conversão

Deus realiza o Seu beneplácito nos eleitos e opera neles a verdadeira conversão da seguinte maneira: Ele cuida para que o evangelho lhes seja pregado e ilumina poderosamente as suas mentes pelo Espírito Santo de sorte que possam compreender e discernir corretamente as coisas do Espírito de Deus. Pela operação eficaz do mesmo Espírito regenerador, Ele também penetra até os recantos mais íntimos do homem, abre os corações fechados e abranda os endurecidos, circuncida o que era incircunciso e infunde novas qualidades na vontade: faz viver a vontade outrora morta; a que era má, converte em boa; a indisposta, em solícita; a rebelde, em obediente. Ele muda e fortalece de tal maneira essa vontade que, assim como uma árvore boa, seja capaz de produzir o fruto das boas obras.

Artigo 12 — A regeneração é obra de Deus somente

Esta conversão é aquela regeneração, nova criação, ressurgir dos mortos vivificação, tão exaltada nas Escrituras, a qual Deus opera em nós a despeito de nós. Essa regeneração, contudo, não se realiza de modo algum pelo ensino exterior, pela persuasão moral ou por um modo tal de operação que, após ter Deus feito a Sua parte, fica a critério do homem o regenerar-se ou não, o converter-se ou não. É, portanto, claramente uma obra sobrenatural, poderosíssima, e ao mesmo tempo a mais deleitosa, maravilhosa, misteriosa e indizível. Segundo a Escritura, inspirada pelo Autor dessa obra, a regeneração não é inferior em poder à criação ou à ressurreição dos mortos. Por essa razão todos aqueles em cujos corações Deus

opera desse modo maravilhoso são com certeza, infalível e eficazmente regenerados e crêem de fato. A vontade assim restaurada não é apenas alvo da ação e da restauração de Deus, mas, sob o agir de Deus, ela também age. Assim, por essa causa, diz-se com justiça que o homem crê e se arrepende mediante a graça que recebeu.


Bibliografia - Referencias:

Livros:

  • Posso perder a salvação? – R.C Sproul
  • Membresia na igreja: Como o mundo sabe quem representa Jesus – Jonathan Leeman
  • Nove marcas de uma igreja saudável – Mark Dever

BÍBLIA SAGRADA

Tradução: Nova Versão Internacional (NVI). São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil.

Textos utilizados (entre outros):

  • João 3:1–8
  • Romanos 6:22
  • Romanos 9:22–23
  • Romanos 10:13–17
  • Efésios 2:1–10
  • 1 Coríntios 3:1–4
  • 1 Coríntios 15:42–49
  • 2 Pedro 1:4
  • 1 João 1:5–10
  • Apocalipse 21:1–5

OS CÂNONES DE DORT. https://ipbvit.org.br/files/2018/01/Ca%CC%82nones-de-Dort.pdf - 09/01/2018

Sermões:

  • Evidências da Verdadeira Conversão - Paul Washer

https://www.youtube.com/watch?v=1kjtlP6tYbM

  • A conversão, o maior de todos os milagres | Rev. Hernandes Dias Lopes | IPP

https://www.youtube.com/watch?v=DJWTS2kzDNc

Estudos:

  • 5 pontos do Calvinismo: Graça irresistívelBianca Campigotto
  • CLASSE DE NOVOS MENBROS E BATIZANDOS - O novo nascimento – Bianca Campigotto

OpenAI. ChatGPT – Assistente de escrita e revisão teológica. Modelo GPT-4o. 2025. Disponível em: https://chat.openai.com. Acesso em: 14/01/2026.

(As informações sobre o número de evangélicos desigrejados no Brasil têm como fonte principal os resultados preliminares do Censo Demográfico 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em junho de 2025.

Os dados específicos, como o percentual de 8% da população brasileira (cerca de 17,1 milhões de pessoas) que se autodeclara evangélica, mas não frequenta uma igreja, foram reportados por diversas mídias e análises especializadas com base nas tabulações do IBGE.

Você pode consultar os resultados oficiais e comunicados à imprensa na Agência de Notícias do IBGE e na documentação técnica oficial disponível na Biblioteca do IBGE.

O IBGE publicou os detalhes sobre a afiliação religiosa da população brasileira no relatório "Censo Demográfico 2022: Religiões: Resultados preliminares da amostra" em junho de 2025.)


[1] As informações sobre o número de evangélicos desigrejados no Brasil têm como fonte principal os resultados preliminares do Censo Demográfico 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em junho de 2025.

Os dados específicos, como o percentual de 8% da população brasileira (cerca de 17,1 milhões de pessoas) que se autodeclara evangélica, mas não frequenta uma igreja, foram reportados por diversas mídias e análises especializadas com base nas tabulações do IBGE.

Você pode consultar os resultados oficiais e comunicados à imprensa na Agência de Notícias do IBGE e na documentação técnica oficial disponível na Biblioteca do IBGE.

O IBGE publicou os detalhes sobre a afiliação religiosa da população brasileira no relatório "Censo Demográfico 2022: Religiões: Resultados preliminares da amostra" em junho de 2025.